Colaboração no agronegócio Amapaense
Na última sexta-feira, 13, representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade do Estado do Amapá (Ueap) se reuniram para discutir a participação da Ueap no projeto Radar Sanitário. O encontro teve como foco principal a ampliação da rede de detecção de riscos zoobotânicos, além da modernização da infraestrutura laboratorial voltada para as ciências agrárias no Amapá.
Um dos principais tópicos abordados foi a integração da equipe de Melhoramento Genético e Biologia Molecular da Ueap à Rede Ampliada para Detecção e Avaliação de Riscos Zoobotânicos nas Fronteiras. Sob a liderança do pesquisador Marcelo Lopes da Silva, da Embrapa, e com coordenação local de Ricardo Adaime, a iniciativa pretende criar uma barreira técnica e científica contra pragas e doenças que possam ameaçar tanto a biodiversidade quanto o agronegócio da região.
Na reunião, a Ueap foi representada pela coordenadora de Agronomia, Alana Soares, além dos pesquisadores Willian Xavier e Patrícia Ferreira Cunha de Sousa. Por parte da Embrapa, estiveram presentes os pesquisadores Nagib Melém Júnior e Jurema do Socorro Azevedo Dias, acompanhados pelo analista Leandro Fernandes Damasceno.
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Expansão das Infraestruturas no Campus da Ueap
Além das discussões científicas, o encontro também abordou a expansão física da Ueap. O engenheiro Leonardo Beltrão, do Setor de Infraestrutura da universidade, conduziu uma visita técnica aos laboratórios da Embrapa com o intuito de conhecer modelos de referência que poderão ser aplicados na Ueap.
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A proposta é subsidiar a construção de um novo Laboratório de Pesquisas no Campus da Ueap, localizado no município de Amapá. Para isso, a iniciativa conta com a expectativa de aportes financeiros da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).
Alana Soares, coordenadora da Agronomia, ressaltou a importância da parceria: “A Embrapa sempre foi uma parceira da universidade; temos uma grande sinergia. Atualmente, mantemos um Acordo de Cooperação para atividades conjuntas relacionadas à vassoura-de-bruxa da mandioca e estamos alinhando novas tratativas para captação de recursos. Queremos incentivar a formação de novos cientistas e contribuir com a pesquisa no estado”. Essa colaboração reafirma o compromisso das instituições em promover o desenvolvimento sustentável e fortalecer a proteção sanitária na Amazônia, unindo a expertise acadêmica com a tradição da pesquisa agropecuária.
