Detalhes do Crime Chocante em Imperatriz
IMPERATRIZ – Em audiência realizada na última quinta-feira (15), a Justiça do Maranhão determinou que Widegilson Martins de Souza, acusado de homicídio triplamente qualificado, será levado a júri popular. O crime, que abalou a comunidade local, ocorreu no dia 9 de novembro de 2025, quando ele atacou sua vizinha utilizando uma foice, na área do Jardim Planalto.
A decisão foi tomada pelo juiz Glender Malheiros Guimarães, responsável pela 2ª Vara Criminal de Imperatriz, que concluiu haver indícios suficientes que comprovam a autoria e a materialidade do delito. O magistrado sublinhou que a gravidade do crime justifica o julgamento.
Metodologia da Violência e Provas do Caso
Segundo o processo, a atuação do réu foi marcada por uma brutalidade incomum, utilizando um instrumento cortante e contundente. O crime foi motivado por questões fúteis, e executado de forma cruel, o que dificultou qualquer possibilidade de defesa por parte da vítima.
As evidências que sustentam a decisão judicial incluem imagens de câmeras de segurança, laudos periciais e depoimentos de testemunhas e policiais que acompanharam o caso de perto. Essas provas foram fundamentais para que a Justiça decidisse pela manutenção da prisão preventiva de Widegilson.
Motivação das Desavenças e Implicações Legais
Durante sua abordagem policial, o acusado alegou que o motivo do crime foram desavenças pessoais com a vítima, relacionadas a questões de bruxaria. Apesar do pedido da Defensoria Pública para que fosse considerado um incidente de insanidade mental, a Justiça rejeitou essa alegação, destacando a gravidade concreta do ato e reafirmando a necessidade de garantir a ordem pública.
Widegilson Martins de Souza, agora enfrentará o Tribunal do Júri, com a data de seu julgamento ainda a ser definida. Embora a decisão do juiz seja firme, ele ainda tem o direito de recorrer da ação, o que poderá prolongar o desfecho deste caso que chocou a comunidade local.
