Cuidando do Corpo com Tecnologia Avançada
A cantora Iza, que recentemente brilhou como rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense durante o Carnaval de 2026 e fez questão de compartilhar seu relacionamento com o ator João Vitor Silva, está em plena forma aos 35 anos. Mãe de Nala, que tem apenas 1 ano e 3 meses, a artista decidiu recorrer a procedimentos estéticos para estar em sua melhor versão ao cruzar a Sapucaí. Além de manter uma rotina de treinos e uma alimentação equilibrada, Iza buscou o auxílio da dermatologista Dra. Aline Vieira para tratar a qualidade da pele, priorizando aspectos como firmeza e textura.
Recentemente, a cantora passou por tratamentos estéticos, entre eles o ultrassom microfocado (Ultraformer MPT), uma técnica inovadora que atua nas camadas mais profundas da pele, promovendo a produção de colágeno e, consequentemente, melhorando a firmeza. Para complementar, Iza também utilizou o laser Pico, que uniformiza a pigmentação e estimula a pele por meio de um efeito fotoacústico, além do laser Fotona, que é eficaz na remodelação da pele e melhora da qualidade geral.
Como Combater a Flacidez Abdominal
Importante destacar que Iza optou por não realizar cirurgias plásticas para tratar a flacidez abdominal. A cantora se valeu de uma combinação de fatores, incluindo um retorno gradual aos exercícios físicos, uma dieta balanceada e o uso de tecnologias avançadas que atuam tanto na pele quanto na musculatura. Um dos tratamentos utilizados foi a radiofrequência, que estimula a produção de colágeno, e o Emsculpt, um aparelho que utiliza um campo eletromagnético focalizado de alta intensidade para ativar a musculatura abdominal de forma intensa, fortalecendo assim a parede abdominal e contribuindo para prevenir a diástase.
Em uma entrevista exclusiva ao Purepeople, a Dra. Aline Vieira detalhou os protocolos adotados com Iza, revelando como esses tratamentos impactaram positivamente seu corpo para o Carnaval.
Quando é Seguro Iniciar Tratamentos Estéticos Após o Parto?
A Dra. Aline Vieira explica que é possível avaliar um protocolo de tratamento não cirúrgico a partir de seis meses após o parto, mas enfatiza a importância de respeitar um período mínimo de reorganização fisiológica antes de iniciar tecnologias mais intensas de estímulo dérmico. “No caso de Iza, seguimos uma abordagem progressiva e individualizada. Primeiramente, avaliamos a qualidade da pele, o grau de flacidez e a recuperação muscular”, destaca a especialista.
Ela ainda acrescenta que o retorno à atividade física deve ser gradual e que uma alimentação equilibrada é essencial: “A partir do sexto mês, indico protocolos não cirúrgicos focados na melhoria da firmeza, clareamento de manchas e reorganização da musculatura abdominal”, afirma a dermatologista.
Antes de considerar procedimentos estéticos logo após o parto, é fundamental ajustar hábitos diários. “Uma alimentação equilibrada, sono reparador e uma retomada progressiva da atividade física são pilares para a recuperação metabólica e muscular no pós-parto. Quanto antes esses pilares forem estabelecidos, melhor será a resposta fisiológica”, aconselha a especialista.
Entendendo o Ultraformer e Seus Benefícios
Um dos procedimentos mais populares entre as celebridades, o Ultraformer (ultrassom microfocado) é uma das técnicas escolhidas por Iza. A Dra. Aline Vieira explica que essa tecnologia é especialmente eficaz no pós-parto, pois trata a flacidez sem interferir na autonomia do corpo e apresenta um tempo de recuperação bastante curto. “O Ultraformer atua por meio de pontos de coagulação térmica em profundidades específicas, alcançando derme profunda e planos fibromusculares superficiais”, relata a dermatologista.
Esse estímulo térmico controlado provoca dois efeitos principais: a contração imediata das fibras de colágeno existentes, proporcionando uma percepção inicial de firmeza, e a neocolagênese progressiva, que ativa fibroblastos e reorganiza a matriz extracelular ao longo de semanas e meses.
Emsculpt: Definição Corporal com Tecnologia
Entre as principais preocupações das mulheres após o parto está a diástase funcional. Para Iza, o tratamento com Emsculpt foi uma solução inovadora. Esse procedimento utiliza um campo eletromagnético focalizado de alta intensidade que provoca contrações na musculatura abdominal, superiores às de um treino convencional. “Imagine treinar um grupo muscular intensamente por 30 minutos; é esse o efeito”, explica a Dra. Aline Vieira.
Essas contrações profundas recrutam as fibras musculares, aumentando a densidade e a espessura muscular, além de melhorar o tônus da parede abdominal. No contexto de diástase funcional leve a moderada, o Emsculpt serve como um complemento valioso aos treinos físicos, potencializando o fortalecimento do core e auxiliando na reaproximação da musculatura. “É crucial destacar que esse tratamento não substitui exercícios físicos e não trata diástases estruturais graves, mas, quando corretamente indicado, age como um acelerador de resultados dentro de um protocolo integrado”, conclui a dermatologista.
